Texto elaborado com base na revisão de alguma bibliografia encontrada a respeito do assunto em causa, VACINAÇÃO,nomeadamente:
BLECH, Jorg – Os inventores de doenças: a denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica; Ambar, 2006.
LANCÔT, Guylaine – The medical mafia : how to get out of it alive and take back our health & wealth: here is the key; 1995.
MILLER, Neil Z. – Vaccines: are they realy safe & effective?; New
Atlantean Press, 2006.
MILLER, Neil Z. – Immunization theory vs reality; New Atlantean Press, 1996
RAPPOPORT, Jon – "Vaccine dangers and vested interests: a retired vaccine researcher goes public on what the pharmaceutical industry and health authorities don't want us to know; tht vaccines are unsafe, untested and one of the greatest frauds of our time", in Nexus Magazine, vol. 13, n.º 2, 2006
Sítios
http://www.grifo.com.pt
http://www.vaclib.org
http://www.vaclib.org
http://www.ctanet.fr/vaccination-information
http://alyccs.free.fr
Após alumas leituras de artigos e matéria relacionada com as vacinas verificámos e concordamos que muitas das vacinas não foram a verdadeira causa do declínio na incidência das doenças sendo que a melhoria das condições sanitárias e alimentares assumem o crédito por esse facto. Pra além disso, várias doenças também possuem o seu ciclo evolutivo.
Nenhuma das vacinas confere imunidade genuína e frequentemente o contrário é verdadeiro; a vacina aumenta a probabilidade de contracção da doença. No que diz respeito ás taxas de eficácia das vacinas, estas podem ser enganadoras e erróneas uma vez que normalmente são avaliadas pela medição dos níveis de anticorpos e não pela comparação das taxas de pessoas vacinadas e não vacinadas. Não existem estudos
com grupos de controle e as autoridades simplesmente consideram que "não vacinar" é antiético e recusam-se a estudar voluntários não vacinados. Pelo contrário, se estudos de controle fossem realizados de acordo com procedimentos científicos honestos, a vacina certamente seria proibida.
Na generalidade as autoridades que reúnem e publicam estatísticas de doenças trabalham em conjunto com laboratórios que produzem as vacinas e o único valor que os une é meramente económico. Resultado, os efeitos colaterais e óbitos são atribuídos a tudo, menos às vacinas, na tentativa de distorcer os resultados e fazer parecer que as vacinas têm algum mérito.
O sistema imunitário
Vários investgadores referenciam que as vacinas apenas "enganam" o organismo ao concentrà-lo apenas numa função: produção de anticorpos.
Deste modo o organismo tende a ignorar as demais funções e estratégias integradas do sistema imunitário. Uma doença contraída naturalmente é "fitrada" através de uma série de etapas defensivas do sistema imunitário, contudo, quando é injectado o vírus/vacina directamente na corrente sanguínea da criança, este tem acesso a todos os grandes tecidos e órgãos do corpo sem as naturais vantagens inerentes a uma
resposta imunitária total. Os anticorpos (linfócitos-T) que respondem aos microorganismos/Ag invasores da vacina, tornam-se empenhados na produção de Ac contras esses microorganismos e são incapazes de reagir eficientemente contra outros desafios relativos à saúde das crianças.
Os investigadores referem ainda que o sistema imunitário imaturo de um bebé é estimulado, fortalecido e amadurece ao responder aos desafios da natureza, ou seja, quando a criança é exposta a vírus e microorganismos bacterianos no meio ambiente, o desenvolvimento normal do sistema imunitário é provável que aconteça. No entanto, se o sistema imunitário imaturo de um bebé é forçado a responder a uma sequência de vacinações injectadas directamente no organismo, inibindo(bypassing) as defesas externas do sistema imunitário, as funções protectoras do sistema imunitário interno podem ser sobrecarregadas. Portanto, quando a imunidade natural é restringida e o sistema imunitário é compelido a operar de forma não-natural, surgem questões relacionadas com a sua capacidade de proteger a criança ao longo da sua vida.
O sistema imunitário está concebido de forma a ajudar o organismo a discriminar o "eu" de tudo o resto que é estranho e potencialmente perigoso. Assim, sob condições naturais, os microorganismos inimigos são atacados e tornados benignos pelo sistema imunitário contrariamente ao que sucede quando vírus estranhos são injectados no corpo fundindo-se com as células saudáveis e continuando a replicar-se
conjuntamente com essas células. Este processo confunde o sistema imunitário que deixa de conseguir diferenciar condições perigosas de condições inofensivas. Sob os
auspícios destas condições induzidas, não só o sistema imunitário invadirá as suas células (cancro), como ignorará os sinais de perigo, deixando o organismo vulnerável a um vasto leque de doenças auto-imunes.
Autópsias realizadas a cadáveres nos quais se comparou a glândula do timo, produtora de células protectoras T, em adultos de países onde eram pouco vacinados versus USA, os investigadores descobriram que o Timo dos cadáveres americanos começara a atrofiar logo a seguir à puberdade. Por outro lado verificou-se que a deterioração da glândula Timo nos cadáveres de indivíduos de países onde estes eram pouco
vacinados era mínima. As anomalias da glândula Timo estão associadas a todo um conjunto de doenças auto-imunes e a produção de tumores (ex: muitos tipos de cancro, leucemia, lúpus, artrite reumatóide). Alguns investigadores responsabilizam as instituições que defendem a disseminação mandatória dos programas de vacinas, afirma Neil Z. Mlller , sem esclarecer devidamente os pais, o que levanta questões éticas profundas. Deixamos de falar de um "Sistema de Saúde" para falarmos de um "Sistema de Doenças!..."
Guylaine Lancôt (1995) é peremtória em afirmar que as vacinas são onerosas e representam um custo de biliões de euros anualmente beneficiando a indústria e sobretudo os fabrcantes mltinacionais. Afirma ainda que a vacinação encoraja a dependência médica e reforça a crença na ineficiência do corpo criando a falsa noção de permanente necessidade de assistência. Este aspecto conduz à perda de dignidade
pessoal para não falar do facto de nos tornar financeiramente dependentes. Uma outra perspectiva interessante de Lancôt diz respeito ao facto de a vacinação encorajar a dependência moral e financeira dos países de terceiro mundo perpetuando o controlo social e económico dos países ocidentais e destes sobre os do terceiro mundo. A vacinação esconde e camulfla os verdadeiros problemas sociais e políticos da pobreza de uns a explorar os outros o que resulta em pseudo-soluções tecno-científicas que são tão complicadas e sofisticadas que os pacientes não conseguem compreender. Por outro lado as vacinações desviam fundos que deviam ser investidos no melhoramento das condições de vida sobretudo ao nível sanitário e alimentar.
Em 1997 e novamente em 2004, surge um o artigo do jornal PHI que, saliente-se, nunca foi refutado que questionava a vacinação. É numerosa a literatura e os estudos que fundamentam a afirmação de que as vacinas representam um dos maiores erros da medicina actual sobretudo porque ainda não foram dadas provas da sua eficácia. Há mais de 40 anos o médico alemão G. Buchwald provou a inutilidade e nocividade das
vacinas e demonstrou nas suas estatísticas que o ponto das doenças ocorre em tempo de guerra pelos muitos factores a esta associados nomeadamente subnutrição, pressão psíquica, água infectada entre outros. Obviamente o número de mortos e de doentes diminui com o melhoramento da situação e com o melhoramento das condições
alimentares e sanitárias. Em todos os diagramas do Dr. Buchwald baseados em datas oficiais é possível detectar que o número de pessoas que adoecem diminui independentemente da vacinação em massa.
Quanto aos falsos argumentos da medicina convencional relativamente ás vacinas, o primeiro diz respeito aos efeitos secundários que a esta afirma não existirem, ou, por outras palavras, só as sequelas causadas pela vacina e que são reconhecidas como tal, fazem parte das estatísticas.
Pesquisas científicas honestas e imparciais mostraram que vacinação deprime e prejudica a função do cérebro e da imunidade e constitui um factor de risco em muitas doenças, como:
- Síndrome de morte infantil súbita (SIDS);
- Disfunções dce desenvolvimento (autismo, convulsões, retardo mental,
hiperactividade, dislexia etc.);
- Deficiência imunológica (AIDS, Síndrome Epstein Barre etc.);
- Doenças degenerativas (distrofia muscular, esclerose múltipla,
artrite, câncer, leucemia, lúpus, fibromialgia etc.).
Todas as vacinas produzem efeitos secundários cujas reacções podem ir desde a ferida da injecção no local até danos cerebrais e morte. Os efeitos a longo prazo de todas as vacinas são desconhecidos e particularmente preocupante é o facto das implicações das vacinas no sistema imunitário imaturo das crianças poderem ser devastadoras.
Foram apresentados estudos mostrando danos prejudiciais na protecção da saúde após as inoculações-encefalite pós vacina. Deste modo um número significativo de crianças é sujeito a crescer com incapacidades e deficiências de vários graus, quer sejam físicas, mentais ou emocionais sendo que estas condições afectarão o indivíduo, a sua família e a sociedade em geral.
Algumas das vacinas podem ser particularmente perigosas, não obstante o complexo industrial das vacinas continua a manter a sua prática dissuasora, desvalorizando as reacções ás vacinas. A este facto soma-se ainda a propaganda criativa sobre os méritos das vacinas que representa um estratagema lucrativo já para não mencionar os massmedia que assustam a sociedade pelo medo de surtos epidémicos. Assustador é ainda o facto de em Inglaterra os serviços nacionais de saúde pagarem um bónus aos médicos que apresentem taxas de vacinação acima de determinadas percentagens. Nos E.U.A., por exemplo, as pressões informais e os incentivos para se obedecer às autoridades não são suficientes daí que os próprios legisladores pessionem para a
criação de leis contra a liberda de de escolha. Este padrão de coerção e negação é notório entre os membros iluminados da população incluindo os pais que questionam as vacinas, cujo despertar se tenha devido, infelizmente, à custa da vida das suas próprias crianças.
Antes de 1990, os médicos não eram legalmente obrigados a notificar as reacções adversas ao órgão de controle de doenças nos EUA ( CDC - US Centers for Disease Control). As reacções adversas são consideradas "normais", são ignoradas ou diagnosticadas como outras doenças. Ainda assim, os danos notificados são numerosos e apesar da obrigação legal actual, menos de 10% dos médicos notificam ao CDC os danos que testemunham. Fraude científica foi o nome atribuído por muitos profissionais renomados da área da saúde que ao longo da história demonstraram a sua oposição relativamente à vacinação.
Um argumento questionável: As vacinas modernas são bem suportadas!
De que são feitas as vacinas? A resposta a esta pergunta deveria ser fornecida a todos os pais antes de qualquer intervenção; as bulas de vacinas contêm estas informações que deveriam ser disponibilizadas aos consumidores visto que são impressas para esse propósito apesar de tal nunca acontecer. Além das formas activas, obtidas de forma duvidosa há ainda uma quantidade de estabilizadores, neutralizadores, conservantes, antibióticos, substâncias de base, corantes, etc.
Apresentamos uma lista um tanto asustadora de venenos comprovados pela medicina. Alguns dos quais não podem ser eliminados pelo organismo e, retidos no corpo, continuam actuando como tóxicos para os sistemas nervoso, reprodutivo e muscular:
Thimerosal, um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reacções sensíveis ou alérgicas (Contact Dermat, 1989;20: 173-6). Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade (Toxicol Appl Pharmacol, 1983; 68: 218-28). Este produto provoca dificuldade de aprendizagem nas crianças, problemas de concentração, problemas na fala, falta de raciocínio, agitação, etc. A
pressão exercida sobre os fabricantes para remover esta substância química das suas vacinas data dos anos 90, no entanto o progresso tem sido frustrantemente vagaroso.. Uma revisão recente mostrou que alguns bebés que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros
(Pediatrics, 2001; 107: 147-54). Segundo o Dr. Boyd Haley, perito em Química da Universidade de Kentucky, o "Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço, eu não me lembro de nada que seja mais letal"
Formaldeído: um composto altamente tóxico e cancerígeno que, segundo afirmam os adeptos das vacinas, quando injectado directamente no corpo de uma pessoa vai proteger a saúde e fortalecer o sistema imunitário. No mínimo duvidoso.
Formalina: é uma solução diluída de formol utilizada para inactivar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contacto com formol e a leucemia e cancro do cérebro, cólo e tecidos linfáticos (Neustaedter R, The Vaccine Guide, Berkley, CA: North Atlantic Books, 1996).
Sulfato de alumínio: um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia de uma vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reaccões que outras. O Prof. Dr. H. Spiess membro da comissão de vacinação permanente em Berlim escreve: "O modo de actuar dos adjuvantes é complexo e ainda não é conhecido em todos os pormenores."
Fenol: um desinfectante e corante.
Glicol etilénio: o ingrediente principal anti-congelante.
Clorato de benzeónio:um antiséptico
Metilparabeno, um conservante e antifungo..
Foi revelado que as vacinas ainda podem conter um outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a BSE, encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca), era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as ndústrias
farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a BSE fosse uma realidade. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times (08.02.2001), cinco indústrias, inclusive a GlaxoSmithKline, a Aventis e a American Home Products continuavam a utilizar estes ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas
amplamente utilizadas, incluindo as para paralisia infantil, difteria e tétano.
De acordo com Dr. Harold Buttram "As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas em uma única aplicação do que quando aplicadas separadamente".
Casos reais:
A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou, de 1968 a 1971, uma enorme campanha de vacinação na Índia. Cerca de 364.000 pessoas foram vacinadas numa vasta zona contra a tuberculose, contudo e para grande consternação dos especialistas, surgiram mais casos de tuberculose e de mortes do que numa zona de tamanho idêntico onde ninguém fora vacinado. A OMS terminou o estudo e chegou literalmente à conclusão de que o grau de protecção era igual a 0%. No entanto, foram precisos 27
anos para o Instituto Robert Koch tornar público o resultado deste teste e para suspender a administração das vacinas contra a tuberculose na Alemanha enquanto que na Áustria só foi suspensa em Março de 2000. No ano 2000, na Suíça, houve uma epidemia de papeira durante 5 meses e o facto é que a Direcção Federal de Saúde teve de reconhecer que 75% dos doentes tinham sido vacinados.
Relatórios oficias do governo norte americano e inúmeros estudos médicos apresentam provas esmagadoras indicando que as vacinas não são seguras. Pesquisas mostram que, nos Estados Unidos, milhares de bebés morrem anualmente em consequência da vacinação e centenas de milhares sofrem convulsões, coma, paralisia e danos cerebrais.
O elo entre SIDS e vacinas foi ainda ilustrado em 1985 por um sistema de monitoramento infantil desenvolvido na Austrália. O monitoramento denominado "Cotwatch" foi desenvolvido para monitorar a respiração de bebés com risco de SIDS. Sem querer mostrar qualquer ligação entre SIDS e vacinação, a Dra. Viera Scheibner verificou que "a respiração dos bebés era afectada de maneira característica e por um longo período de tempo (40 a 65 dias) após as injecções da vacina triplica. Soube-se também, através dos pais de bebés que morreram no berço que,na maioria das vezes, o bebé morrera após uma injecção de vacina triplica." À medida que a pesquisa da Dra. Scheibner prosseguia, a ligação entre morte no berço e vacinação tornava-se mais óbvia e inegável. "Havia nítida aglomeração de mortes (no berço) por volta da época da vacinação" afirma a Dra. Scheibner.
Esse facto levou a Dra. Scheibner a pesquisar mais de 35.000 páginas de estudos médicos referentes à vacinação. O seu aprofundado estudo mostrou que não há provas quanto à segurança e eficácia de vacinas. O trabalho da Dra. Scheibner culminou no seu livro, "Vaccination, the Medical Assault on the Immune System" (Vacinação, a agressão médica ao Sistema Imunológico) cuja conclusão foi: "As imunizações, inclusive as praticadas em bebés, não apenas deixam de prevenir doenças infecciosas, como causam mais sofrimento e mais óbitos do que qualquer outra actividade humana em toda a história da intervenção médica." A Dra. Scheibner cita provas obtidas de vários estudos, mostrando que o efeito das vacinas sobre o nosso sistema imunológico é a principal causa do aumento de doenças degenerativas e auto-imunes, por exemplo,
o cancro e a leucemia.
Aqueles que advogam a obrigatoriedade da vacinação apontam a vacina contra a poliomielite como exemplo do sucesso das vacinas no controle de uma epidemia perigosa. No entanto, o governo americano e autoridades médicas reconhecem que, nos últimos 30 anos, os únicos óbitos por poliomielite foram causados pela vacina contra pólio. A Dra. Scheibner indica provas – inclusive num artigo da publicação
médica "The Lancet" – de que a epidemia de poliomielite observada entre 1945 e 1954 foi causada pela introdução da vacinação em massa.
Em 1986, o governo dos EUA reconheceu oficialmente que a vacinação representa um risco potencial para as crianças. O Congresso promulgou a Lei Nacional Sobre Danos da Vacinação Provocados na Infância (Lei 99-960), que estabelece uma compensação para os pais de crianças mortas ou prejudicadas por vacinas — até US$ 250.000 pela morte de uma criança. Até agosto de 1997, mais de US$ 802 milhões de dólares haviam
sido pagos pelo governo dos EUA a famílias de crianças mortas ou gravemente prejudicadas por vacinas. Milhares de casos aguardam uma decisão.
No entanto, não há qualquer esforço governamental para verificar se a política de vacinação obrigatória está fazendo mais mal do que bem na prevenção de doenças infantis. Pelo contrário, mais de 100 milhões de dólares foram gastos anualmente desde o final da década de 70 para vacinar quase 100% de crianças norte-americanas em idade escolar.
PROMOÇÃO DA SAÚDE
O boletim dos professores, n.º 2 (2006)
A Educação para a Promoção da Saúde vai ser obrigatoriamente abordada no ensino básico, tanto de forma transversal com integrada numa das três áreas curriculares não disciplinares existentes.
LIEBERT, Ann Mary - The journal of alternative and complementary medicine: research in paradigm, practice, and policy; Inc Publishers.
As escolas promotoras de saúde "confessam" o paradigma médico, e este pressupõe um determinado perfil de abordagem a nível da promoção da saúde. Se a Constituição da República prevê a "liberdade de consciência" e afirma que o ensino público não é "confessional", então existe a possibilidade de tanto os professores como os encarregados de educação conscientes, recusarem algumas premissas do modelo de
promoção de saúde e exigir a introdução de um diálogo médico mais respeitador da vida que articule uma postura mais madura e integradora de todas as abordagens médicas alopática e as consideradas de "alternativas e/ou complementares". No parecer da ordem dos médicos sobre os projectos de diplomas reguladores do exercício das medicinas não convencionais presentado à comissão parlamentar de saúde refere que este diálogo é vedado em detrimento dos interesses dos utentes do sistema de saúde, não pelo facto inerente â ausência de validade ou cientificidade, mas pelo
facto de pesistirem fortes resitências e preconceiros do actual paradigma medico-científico, na sua principal corrente, à sua democratização e integração no SNS.
A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Numa denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da Indústria Farmacêutica, Jorg Blech afirma na sua obra Os inverntores de doenças que a indústria farmacêutica realiza a venda de sintomas pouco frequentes como epidemias de extraordinária propagação e a venda de sintomas ligeiros como indícios de doenças mais graves. Referindo um estudo californiano, Thomas bodenheimer, no New Enland Journal of
Medicine, revela também uma influência clara, em ocasiões excessivas, dos padrões industriais sobre os estudos clínicos: as empresas farmacêuticas ocultam, retocam e modificam os resultados dos estudos que encomendam a investigadores vedadeiramente independentes. Seis dos doze investigadoes consultados por Bodenheimer admitiram que os seus trabalhos tinham sido objecto de intervenção. Dado o descontentamento do cliente, os resultados dos estudos nem sequer haviam sido publicados ou então tinham sido manipulados.
LEI DAS BASES DA SAÚDE – Aprovada pela Lei n.º 48/90, de 24 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 27/2002, de 8 de Novembro.
A Assembleia da República decreta nos termos dos artigos: 164.º, alínea d); 168.º, n.º 1, alínea f) e 169.º, n.º 3 da Constituição, o seguinte: Lei de Base XIV – Estatuto dos Utentes:
1 – Os utentes têm direito a :
a) escolher, no âmbito do sistema de saúde e na medida dos recursos existentes e de acordo com as regras de organização, o seviço e agentes prestadores;
b) decidir, receber ou recusar a prestação de cuidados que lhes é proposta, salvo disposição especial da lei;
c) serem tratados pelos meios adequdos, humanamente e com prontidão, correcção técnica, privacidade e respeito;
d) ter rigorosamente respeitada a confidencialidade sobre os dados pessoais revelados;
e) ser informados sobre a sua situação, as alternativas possíveis de tratamento e a evolução provável do seu estado;
f) receber, se o desejarem, asistência religiosa;
g) reclamar e fazer queixa sobre a forma como são tratados e, se for caso disso, a receber indemnização por prejuízos sofridos;
h) constituir entidades que os representem e defendam os seus nteresses;
i) constituir entidades que colaborem com o sistema de saúde,nomeadamente sob a forma de associações para a promoção e defesa da saúde ou de grupos de amigos de etabelecimentos de saúde.
Constituição da República Portuguesa
Artigo 41.º liberdade de consciência. (...);
6. É garantido o direito à objecção de consciència nos termos da lei.
Lei n.º 24/96, de 31. 07, alterada pelo Dec.-Lei n.º 67/2003 de 08.04(Lei de Defesa do Consumidor):
Artigo 3.º - Direitos do consumidor:
À qualidade dos bens e serviços;
À protecção da saúde e da segurança física;
À formação e à educação para o consumo;
À informação para o consumo;
(...);
(...);
À protecção jurídica e uma justiça acessível e pronta;
À participação por via representativa, na definição legal ou administrativa dos seus direitos e interesses.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Liberdade nas Vacinas
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Yes Sir, Mr. Big Ben!
You Belong in London |
![]() You belong in London, but you belong in many cities... Hong Kong, San Francisco, Sidney. You fit in almost anywhere. And London is diverse and international enough to satisfy many of your tastes. From curry to Shakespeare, London (almost) has it all! |
quarta-feira, 30 de abril de 2008
A hora certa... Vamos?



Para a montanha russa
Vamos
ao carrossel
Vamos
Subir o Pão de Açucar
Vamos juntos
Lamber o céu
Vamos
Dançar até cair, ir
Juntos vamos
Morrer de rir
Esta noite é só pra nós
Hoje não terá depois
Hoje não terá porquês
Esta noite é pra vocês
Virem comigo
Até ao fim
Para o fim do mundo
Vamos
Perder a hora certa
Vamos
Pisar no chão
Vamos
Deixar a porta aberta
Juntos vamos
Para Plutão
Hoje não terá amanhã
Hoje o mundo é nosso Clã
Hoje não terá talvez
Esta noite é pra vocês
Virem junto
Até ao fim do fim de tudo
Vamos, hoje vamos, juntos viver este mundo
Não podemos perder
Este sentimento, vindo do fim do fim do mundo
O peito a doer, bate profundo...
Juntos vamos
Esta noite, ser tu e eu, eu e tu
P'ra sempre até ao fim... p'ra sempre assim..." Vamos esta noite - Clã
por
Brigh
às
10:46:00
2
cometas
constelação Revelações
terça-feira, 29 de abril de 2008
Fado, dança e saudade
Dança Comigo - Brites dos Santos
Obrigada Juvenal, obrigada Lena, obrigada ti Orlando, obrigada Rui, obrigada a todos os que por lá passaram e pararam e ficaram e seguiram e sabem do que estou a falar...
Um brinde a todos os que sabem do que falo, aos que partilharam esses momentos inesquecíveis de aprendizagem entre petiscos e vinho tinto, entre a noite e a madrugada...
"Dos amores do Redentor
Sofreu consigo e calou
Samaritana plebeia de Cicár
E tu serena acolheste
Corou por ver quanta luz
"No castelo ponho o cotovelo
por
Brigh
às
13:24:00
0
cometas
constelação Baú de recordações
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Amor e tijolos de vidro
Hoje sonhei contigo... mais uma vez aqueles sonhos... à nossa volta haviam tijolos de vidro e tentávamos fechar as cortinas para que não nos vissem, mas não conseguíamos... até quando tentaremos? Quantas experiências mais serão precisas para darmos o salto?
Aprendi nas minhas vivências mais recentes que fazer amor não implica um contacto físico. É assim contigo. Que o amor tem muitas formas e pode, por isso, ser vivido unilateralmente. Que receber também pode ser um acto de amor. Que permitir que o carinho e o amor de alguém nos toque e nos ilumine e nos alimente pode bem justificar a permanência ao lado de alguém mas é o sentimento de estar a trair um desígnio maior (e o meu e o teu espírito co-criadores) que me consome e me enche por vezes de tristeza e angústia. O amor vale e vive só por si e não é uma troca. É sobretudo investimento..." por Haaiah Seuqirneh, em "Tu e eu"

"Você surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no silêncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.
Isso se chama ventura...
Há algo em você que transparece num olhar, como estrela no céu atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como canção tocada na harpa dos ventos.
Isso se chama ternura...
Sem olhar, você me percebe, sem falar você me diz, sem me tocar você me abraça...
Isso se chama sensibilidade...
Quando me perco em labirintos escuros você me mostra o caminho de volta..
Quando exponho meus tantos defeitos, você faz de conta que não nota...
Se enlouqueço, você me devolve a razão...
Isso se chama compaixão...
Nos dias em que as horas passam lentas, sem graça e sem luz, nos seus braços eu encontro alento.
Quando os dias alegres de verão partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o chão com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus braços encontro harmonia.
Isso se chama aconchego...
Quando você está longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.
Nas noites sem estrelas, quando a escuridão envolve tudo em seu manto negro, você me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas carícias de luz..
Isso se chama esperança.
Quando as marés dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas forças, em seus braços encontro reconforto.
Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presença me traz tranquilidade.
Você é um raio de sol, nos dias escuros...
É ave graciosa que enfeita a amplidão azul...
Você é alma e é coração.
É poema e é canção...
É ternura e dedicação...
Nada impõe, tudo compreende, tudo perdoa...
Sua companhia é doce melodia, é convite a viver...
... E, tudo isso se chama amor!
Surge depois que as nuvens ilusórias da paixão se desvanecem.
Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem máscaras...
O amor é esse sentimento que brota todos os dias, como uma flor que explode de um botão ao mais sutil beijo do sol...
Isso, sim, se chama amor..." http://www.momento.com.br/
"1. O amor é um sentimento que faz parte da "felicidade democrática", aquela que é acessível a todos nós. É democrática a felicidade que deriva de nos sentirmos pessoas boas, corajosas, ousadas, etc. A "felicidade aristocrática" deriva de sensações de prazer possíveis apenas para poucos: riqueza material, fama, beleza extraordinária. Felicidade aristocrática tem a ver com a vaidade e é geradora inevitável de violência em virtude da inveja que a grande maioria sentirá da ínfima minoria.
2. É difícil definir felicidade: podemos, de modo simplificado, dizer que uma pessoa é feliz quando é capaz de usufruir sem grande culpa os momentos de prazer e de aceitar com serenidade as inevitáveis fases de sofrimento. É impossível nos sentirmos felizes o tempo todo, mas os períodos de felicidade correspondem à sensação de que nada nos falta, de que o tempo poderia parar naquele ponto do filme da vida.
3. Apesar de ser acessível a todos, o fato é que são muito raras as pessoas que são bem sucedidas no amor. Ou seja, deve existir um bom número de requisitos a serem preenchidos para que um bom encontro aconteça. Não tem sentido pensar que a felicidade sentimental se dê por acaso; não é bom subestimar as dificuldades que podemos encontrar para chegar ao que pretendemos; as simplificações fazem parte das estratégias de enganar pessoas crédulas.
4. O primeiro passo para a felicidade sentimental consiste em aprendermos a ficar razoavelmente bem sozinhos. Trata-se de um aprendizado e requer treinamento, já que nossa cultura não nos estimula a isso. Temos que nos esforçar muito, já que os primeiros dias de solidão podem ser muito sofridos. Com o passar do tempo aprendemos a nos entreter com nossos pensamentos, com leituras, música, filmes, internet, etc. Aprendemos a nos aproximar de pessoas novas e até mesmo a comer sozinhos. Pessoas capazes de ficar bem consigo mesmas são menos ansiosas e podem esperar com mais sabedoria a chegada de amigos e parceiros sentimentais adequados.
5. Temos que aprender a definir com precisão nossos sentimentos. Nós pensamos por meio das palavras e se as usarmos com mais de um sentido poderemos nos enganar com grande facilidade. Cito, a seguir, alguns dos conceitos que tenho usado e o sentido que a eles atribuo. Amor é o sentimento que temos por alguém cuja presença nos provoca a sensação de paz e aconchego. O aconchego representa a neutralização do vazio, da sensação de desamparo que vivenciamos desde o momento do nascimento. O aconchego é um "prazer negativo", ou seja, a neutralização de uma dor que existia - nos leva de uma condição negativa para a de neutralidade. Amizade é o sentimento que temos por alguém cuja presença nos provoca algum aconchego e cuja conversa e modo de ser nos encanta. Segundo essa definição, a amizade é sentimento mais rico do que o amor, já que a pessoa que nos provoca o aconchego - apesar de que menos intenso e, por isso mesmo, gerador de menor dependência - é muito especial e desperta nossa admiração pelo modo como se comporta moral e intelectualmente. Sexo é uma agradável sensação de excitação derivada da estimulação das zonas erógenas, de estímulos visuais e mesmo de devaneios envolvendo jogo de sedução e trocas de carícias tácteis. É evidente que a sexualidade envolve questões muito complexas, que não cabe aqui discutir. Quero apenas enfatizar que sexo e amor correspondem a fenômenos completamente diferentes, sendo que o amor está relacionado com o "prazer negativo" do aconchego e o sexo é "prazer positivo", já que nos excitamos e nos sentimos bem mesmo quando não estávamos mal; o amor nos leva do negativo para o zero, ao passo que o sexo nos leva do zero para o positivo. Amor, sexo e amizade podem existir separadamente e também podem coexistir. A mesma pessoa pode nos provocar aconchego e desejo sexual mesmo sem nos encantar intelectualmente; nesse caso, falamos de amor e de sexo. Podemos estabelecer um elo de amizade e sexo sem o envolvimento maior do amor. Podemos vivenciar o sexo em estado puro, assim como o amor - como é o caso do amor que podemos sentir por nossa mãe, que independe de suas peculiaridades intelectuais e não tem nada a ver com o sexo.
6. A escolha amorosa adequada se faz quando o outro nos desperta o amor, a amizade e o interesse sexual. A essa condição tenho chamado de +amor, mais do que amor. Amigos são escolhidos de modo sofisticado e de acordo com afinidades de caráter, temperamento, interesses e projetos de vida (falo dos poucos amigos íntimos e não dos inúmeros conhecidos que temos). A escolha amorosa deverá seguir os mesmos critérios, sendo que a escolha depende também de um ingrediente desconhecido e indecifrável - porque escolhemos esse e não aquele parceiro? Não é raro que no início do processo de intimidade a sexualidade não se manifeste em toda sua intensidade. Isso não deve ser motivo de preocupação, já que faz parte dos medos que todos temos quando estamos diante de alguém que nos encanta de modo especial.
7. O medo relacionado com o encantamento amoroso é que determina o estado que chamamos de paixão: paixão é amor mais medo! Temos medo de perder aquela pessoa tão especial e do sofrimento que, nessa condição, teríamos. Temos medo de nos aproximarmos muito dela e de nos diluirmos e nos perdermos de nós mesmos em virtude de seus encantos. Temos enorme medo da felicidade, já que em todos nós os momentos extraordinários se associam imediatamente à sensação de que alguma tragédia irá nos alcançar - o que, felizmente, corresponde a uma fobia, ou seja, um medo sem fundamento real. As fobias existem em função de condicionamentos passados e devem ser enfrentadas de modo respeitoso, mas determinado.
8. Para ser feliz no amor é preciso ter coragem e enfrentar o medo que a ele se associa. Esse é um exemplo da utilidade prática do conhecimento: ao sabermos que o amor - aquele de boa qualidade, que determina a tendência para a fusão e provoca a enorme sensação de felicidade - sempre vem associado ao medo, não nos sentimos fracos e anormais por sentirmos assim. Ao mesmo tempo, adquirimos os meios para, aos poucos, ir ganhando terreno sobre os medos e agravando a intimidade com aquela pessoa que tanto nos encantou.
9. Quando o medo se atenua, desaparece a paixão. Isso não deve ser entendido como o enfraquecimento ou o fim do sentimento amoroso pleno. Sobrou "apenas" o amor. O que acaba é o tormento, o "filme de suspense". Fica claro que a coragem é requisito básico para a vitória sobre o medo e a realização do encontro amoroso. O encontro é menos ameaçador quando somos mais independentes e capazes para ficar sozinhos; nossa individualidade mais bem estabelecida nos faz menos disponíveis para a tendência à fusão que é usual no início dos relacionamentos mais intensos. Quando o medo se atenua costuma aumentar o desejo sexual. Se o parceiro escolhido for também um amigo não faltarão ingredientes para a perpetuação do encantamento. Desaparece o medo, mas não desaparecerá o encantamento, a menos que a única coisa interessante fosse o "filme de suspense" - e se for esse o caso é melhor que o relacionamento termine aí. No +amor assim constituído, o encantamento só desaparecerá se desaparecer a admiração.
10. A admiração só desaparecerá se houver abalos graves na confiança ou se tiver havido grave engano na avaliação do parceiro. É evidente que ao longo de um convívio íntimo com uma pessoa com a qual temos muita afinidade surgirão também diferenças de todo o tipo. Não existem "almas gêmeas", de modo que nem todos os pontos de vista serão afinados, nem todos os hábitos serão compatíveis, etc. É o momento em que surgem certa decepção e dúvidas acerca do acerto da escolha. É nesse ponto que percebemos que a escolha amorosa se faz tanto com o coração como com a razão: a admiração deriva de uma avaliação racional do outro, ainda que o façamos de modo camuflado porque aprendemos que o amor é uma mágica determinada pelas flechas do Cupido. A avaliação da importância das diferenças que finalmente se revelaram determinará a evolução, ou não, do relacionamento. A serenidade na análise de situações dessa natureza só pode acontecer com pessoas portadoras de boa tolerância a frustrações e contrariedades. Assim, a maturidade emocional que se caracteriza pela capacidade de suportarmos bem as dores da vida é requisito indispensável para a felicidade amorosa.
11. É preciso muita atenção, pois o medo tende a se esconder atrás das dúvidas que derivam das diferenças no modo de ser do outro, do menor desejo sexual inicial e também das eventuais dificuldades práticas derivadas das circunstâncias da vida daqueles que se encontraram e se encantaram. O medo é sempre presente e se formos mais honestos conosco mesmos saberemos melhor separá-lo de seus disfarces. É por isso que o conhecimento, que determina crescimento e fortalecimento da razão, é tão útil para que possamos avançar até mesmo nas questões emocionais. A coragem é a força racional que pode se opor e vencer o medo. Ela cresce com o saber e as convicções e também com a maturidade emocional que nos faz mais competentes para corrermos riscos e eventualmente tolerarmos alguns fracassos.
12. A maturidade moral dos que se amam é indispensável para que se estabeleça a mágica da confiança, indispensável para que tenhamos coragem de enfrentar o medo de sermos traídos ou enganados, o que geraria um dos maiores sofrimentos a que nós humanos estamos sujeitos. Não podemos confiar a não ser em pessoas honestas, constantes e consistentes. Assim sendo, este é mais um requisito para que possamos ser felizes no amor. Temos que possuir esta virtude moral e valorizá-la como indispensável no amado. Não há como estabelecermos um elo sólido e verdadeiro com um parceiro não confiável a não ser que queiramos viver sobre uma corda bamba.
13. São tantos os requisitos básicos para que o +amor se estabeleça que não espanta que ele seja tão incomum mesmo sendo uma felicidade possível para todos. Temos que nos desenvolver emocionalmente até atingir a maturidade que nos permita competência para lidar com frustrações. Temos que avançar moralmente para nos tornarmos confiáveis. Temos que ganhar conhecimento mais sofisticado e útil sobre o amor para que possamos ter uma razão geradora da coragem necessária para ousarmos nessa aventura. Temos que ter competência para ficar sozinhos para que possamos desenvolver melhor nossa individualidade e não nos deixarmos seduzir pela tentação da fusão romântica e a excessiva dependência, além de podermos esperar com paciência a chegada de um parceiro adequado. As virtudes necessárias à felicidade sentimental são todas elas "virtudes democráticas", ou seja, acessíveis a todos e cuja presença em uns não impede que surjam nos outros - é sempre bom lembrar que o mesmo não acontece, por exemplo, com o dinheiro: para que uns tenham bastante é inevitável que muitos outros tenham pouco. As virtudes democráticas podem existir em todos aqueles que se empenharem no caminho do crescimento interior. Acontece que elas não são fáceis de serem conquistadas e nem se pode chegar a elas a não ser por meio de uma longa e persistente caminhada. Não existem atalhos e o trajeto pode demorar anos. O caminho é por vezes penoso, mas ainda assim fascinante. Trata-se de uma densa viagem para dentro de nós mesmos, na direção do autoconhecimento.
14. Quando estamos prontos, o parceiro adequado acaba se mostrando diante de nossos olhos. Não precisamos nos esforçar, sair de nossas rotinas de vida e buscar ativamente o encontro amoroso. Tudo irá acontecer quando for chegada a hora e sempre é bom ter paciência, já que esperar com serenidade é uma das condições mais difíceis de vivenciarmos.
15. Se tudo isso lhe pareceu muito racional, lógico e frio, engano seu. Todos esses passos vão nos acontecendo sob a forma de emoções e vivências que se dão espontaneamente, sendo que as reflexões deverão servir apenas de roteiro para que não nos sintamos tão perdidos. Desde a adolescência experimentamos vários tipos de relacionamentos e deveremos ir aprendendo a entender tudo o que está nos acontecendo e todas as nossas ações e reações. Primeiro vivenciamos e depois devemos refletir sobre o que aconteceu. Assim, não existe real antagonismo entre emoções e razão; uma complementa a outra. Reflexões adequadas e consistentes determinam avanços emocionais, que permitem reflexões mais sofisticadas, geradoras de avanços emocionais ainda maiores, e assim por diante. Estabelece-se um círculo virtuoso que deverá criar condições de felicidade sentimental para todos aqueles que se empenharem realmente na rota do crescimento emocional. A felicidade sentimental é a recompensa acessível a todos os que completarem o ciclo mínimo de evolução emocional." Um roteiro para ser feliz no amor - Flávio Gikovate
por
Brigh
às
12:33:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Coragem

“A semente não pode saber o que lhe vai acontecer, a semente jamais conheceu a flor. E a semente não pode nem mesmo acreditar que traga em si a potencialidade para transformar-se em uma bela flor. Longa é a jornada. E sempre será mais seguro não entrar nela, porque o percurso é desconhecido, e nada é garantido... mil e uma são as incertezas da jornada, muitos são os imprevistos - e a semente sente-se em segurança, escondida no interior de um caroço resistente. Ainda assim ela arrisca, esforça-se; desfaz-se da carapaça dura que é a sua segurança, e começa a mover-se. A luta começa no mesmo momento: a batalha com o solo, com as pedras, com a rocha. A semente era muito resistente, mas a plantinha será muito, muito delicada, e os perigos serão muitos.
Não havia perigo para a semente, a semente poderia ter sobrevivido por milênios, mas para a plantinha os perigos são muitos. O brotinho lança-se, porém, ao desconhecido, em direção ao sol, em direção à fonte de luz, sem saber para onde, sem saber por quê. Enorme é a cruz a ser carregada, mas a semente está tomada por um sonho e segue em frente.
Semelhante é o caminho para o homem. É árduo. Muita coragem será necessária”.
Esta descrição da carta me faz refletir sobre todos os momentos em que precisamos ser como a semente: aceitar o campo em que caímos e, mesmo dentro de um casca rija, acreditar nos nossos sonhos e romper esta casca, olhando em volta, intuindo onde estamos e para onde vamos.
Se o ambiente for inóspito, temos que, pacientemente, esperar pela chuva e pelo sol que vêm fortalecer nosso crescimento. Temos que encontrar uma brecha entre as pedras e os espinhos para serpentear nosso caule e abrir nossa copa e nossas flores debaixo do vasto céu azul que nos espera.
Sugiro que imprima a carta que ilustra o artigo e a pendure bem na sua frente, deixando aqui também, o comentário sobre a carta: “Quando nos defrontamos com uma situação muito difícil, há sempre uma escolha: podemos ficar repletos de ressentimentos e tentar encontrar alguém ou alguma coisa em que pôr a culpa pelas nossas dificuldades, ou podemos enfrentar o desafio e crescer. A flor nos mostra o caminho, à medida que a sua paixão pela vida a conduz para fora da escuridão, para o mundo da luz. Não há nenhum sentido em lutar contra os desafios da vida, ou tentar evitá-los ou negá-los. Eles estão aí, e se a semente deve transformar-se em flor, precisamos passar por eles. Seja corajoso o bastante para transformar-se na flor que você foi feito para ser”. Osho Tarot
por
Brigh
às
12:23:00
0
cometas
constelação Conversas ao espelho
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Selecção Katie Melua...
If you’re a cowboy I would trail you,
If you’re a piece of wood I’d nail you to the floor.
If you’re a sailboat I would sail you to the shore.
If you’re a river I would swim you,
If you’re a house I would live in you all my days.
If you’re a preacher I’d begin to change my ways.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was in jail I know you’d spring me
If I was a telephone you’d ring me all day long
If was in pain I know you’d sing me soothing songs.
Sometimes I believe in fate,
But the chances we create,
Always seem to ring more true.
You took a chance on loving me,
I took a chance on loving you.
If I was hungry you would feed me
If I was in darkness you would lead me to the light
If I was a book I know you’d read me every night
If you’re a cowboy I would trail you,
If you’re a piece of wood I’d nail you to the floor.
If you’re a sailboat I would sail you to the shore.
If you’re a sailboat I would sail you to the shore.
I won't spend my life
Waiting for an angel to descend
Searching for a rainbow with an end
Now that I've found you I'll call off the search
And I won't spend my life
Gazing at the stars up in the sky
Wondering if love will pass me by
Now that I've found you I'll call off the search
Out on my own
I would never have known this world
That I see today
And I've got a feeling
It won't fade away
And I won't end my days
Wishing that love would come along
Because you are in my life where you belong
Now that I've found you I'll call off the search
You are the tiger burning bright
Deep in the forest of my night
You are the one who keeps me strong in this world
You sleep by the silent cooling streams
Down in the darkness of my dreams
All of my life I never knew
You were the dream I'd see come true
You are the tiger burning bright
I was the one who looked so hard I could not see.
Now I could never live without the love you give to me.
I lived like a wild and lonely soul,
Lost in a dream beyond control.
You were the one who brought me home down to earth.
For you are the tiger burning bright
Deep in the forest of my night
All of my life I never knew
You were the dream I'd see come true
You are the tiger burning bright
I lost myself on a cool damp night
Gave myself in that misty light
Was hypnotized by a strange delight
Under a lilac tree
I made wine from the lilac tree
Put my heart in its recipe
It makes me see what I want to see
and be what I want to be
When I think more than I want to think
Do things I never should do
I drink much more than I ought to drink
Because I brings me back you...
Lilac wine is sweet and heady,
like my love
Lilac wine, I feel unsteady,
like my love
Listen to me...
I cannot see clearly
Isn't that he coming to me nearly here?
Lilac wine is sweet and heady
where's my love?
Lilac wine, I feel unsteady,
where's my love?
Listen to me, why is everything so hazy?
Isn't that he, or am I just going crazy, dear?
Lilac Wine, I feel unready
for my love...
Faraway voice,
We can hear you whoo voice,
What's it like to be heard,
But from you not a word,
Are you over those hills,
Do you still hum the old melodies,
Do you wish people listened,
Over here with me,
Faraway voice,
What I would give to hear that voice,
What's it like to breath,
My ears deceive me voice,
And I will walk with you on a summers,
And I will talk to you,
Though you're faraway,
And we'll sing through the years,
Are you over those hills,
Do you still hum the old melodies,
Do you wish people listened,
Over here with me
A mask is easily placed,
On a betrayed and broken face.
A disguise to hide the past,
When you mapped out my skin and made the memories last.
Some things are never erased,
And I have run when I've been chased,
By recollections of you and me falling off our homemade castle
And even when I'm walking straight I always end up in a perfect circle.
Oh I try but I just can't wait,
To break out of this perfect circle.
'Cos giving into old temptation,
Is like that common twitch.
Oh the silly stupid realisation,
The more you scratch the more you itch.
Why am I fighting, what's it for,
Must let my mask drop to the floor.
My scars I shouldn't hide from the people who are on my side,
Rolling up my sleeves to fight against,
All the things I locked up and all the things I fenced.
But it's time to let it out so we can build a brand new castle.
And even when I'm walking straight I always end up in a perfect circle.
Oh I try but I just can't wait,
To break out of this perfect circle.
'Cos giving into old temptation,
Is like that common twitch.
Oh the silly stupid realisation,
The more you scratch the more you itch.
And even when I'm walking straight I always end up in a perfect circle.
Oh I try but I just can't wait,
To break out of this perfect circle.
'Cos giving into old temptation,
Is like that common twitch.
Oh the silly stupid realisation,
The more you scratch the more you itch.
When you taught me how to dance
Years ago with misty eyes
Every step and silent glance
Every move a sweet surprise
Someone must have taught you well
To beguile and to entrance
For that night you cast your spell
And you taught me how to dance
Light reflections in a lake
I recall what went before
As I give, I'll learn to take
And to be alone no more
Other lights may light my way
I may even find romance
But I won't forget that night
When you taught me how to dance
Cold winds blow
But on those hills you’ll find me
And I know
You’lre walking right behind me
When you taught me how to dance
Years ago with misty eyes
Every step and silent glance
Every move a sweet surprise
Someone must have taught you well
o beguile and to entrance
For that night you cast your spell
And you taught me how to dance
And you taught me how to dance
And now the purple dust of twilight time
Steals across the meadows of my heart
Now the little stars, the little stars pine
Always reminding me that we're apart
You wander down the lane and far away
Leaving me a love that cannot die
Love is now the stardust of yesterday
The music of the years gone by.
Sometimes I wonder why I spend
The lonely nights
Dreaming of a song
That melody haunts my reverie
And I am once again with you
When our love was new
And each kiss an inspiration
Ah, but that was long ago
Now my consolation
Is in the stardust of a song
Beside a garden wall
Where stars are bright
You are in my arms
That nightingale tells its fairy tale
of paradise where roses grew
Though I dream in vain
In my heart it will remain
my stardust melody
The memory of love's refrain.
Ah, but that was long ago
Now my consolation
Is in the stardust of a song
Beside a garden wall
Where stars are bright
You are in my arms
That nightingale tells its fairy tale
Of paradise where roses grew
Though I dream in vain
In my heart it will remain
My stardust melody
The memory of love's refrain.
por
Brigh
às
16:25:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Vem jogar...
"Mais um dia em vão no jogo em que ninguém ganhou
Dá mais cartas, baixa a luz e vem esquecer o amor
És tu quem quer
Sou eu quem não quer ver que tudo é tão maior
Aqui está frio demais pra apostar em mim
Vê que a noite pode ser tão pouco como nós
Neste quarto o tempo é medo e medo faz-nos sós
És tu quem quer
Mas eu só sei ver que o tempo já passou e eu fugi
Que aqui está frio demais pra me sentir... mas queres ficar?
Tudo o que é meu
É tudo o que eu
Não sei largar
Queres levar
Tudo o que é meu
E tudo o que eu
Não sei largar
Vem rasgar o escuro desta chuva que sujou
Vem que a água vai lavar o que me dói
Vem que nem o último a cair vai perder
Não... vai perder..." O Jogo - Tiago Bettencourt
por
Brigh
às
14:27:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
The Rebel - Osho - Tarot Zen
"People are afraid, very much afraid of those who know themselves. They have a certain power, a certain aura and a certain magnetism, a charisma that can take out alive, young people from the traditional imprisonment.... The enlightened man cannot be enslaved - that is the difficulty - and he cannot be imprisoned.... Every genius who has known something of the inner is bound to be a little difficult to be absorbed; he is going to be an upsetting force. The masses don't want to be disturbed, even though they may be in misery; they are in misery, but they are accustomed to the misery. And anybody who is not miserable looks like a stranger.The enlightened man is the greatest stranger in the world; he does not seem to belong to anybody. No organization confines him, no community, no society, no nation." Osho The Zen Manifesto: Freedom from Oneself Chapter 9"The powerful and authoritative figure in this card is clearly the master of his own destiny. On his shoulder is an emblem of the sun, and the torch he holds in his right hand symbolizes the light of his own hard-won truth. Whether he is wealthy or poor, the Rebel is really an emperor because he has broken the chains of society's repressive conditioning and opinions. He has formed himself by embracing all the colors of the rainbow, emerging from the dark and formless roots of his unconscious past and growing wings to fly into the sky. His very way of being is rebellious - not because he is fighting against anybody or anything, but because he has discovered his own true nature and is determined to live in accordance with it. The eagle is his spirit animal, a messenger between earth and sky. The Rebel challenges us to be courageous enough to take responsibility for who we are and to live our truth."
por
Brigh
às
14:17:00
0
cometas
constelação Conversas ao espelho
terça-feira, 22 de abril de 2008
Dreaming...
I can’t find your dreams tonight
Come back to see the day you lost your heart
Come on girl, a dream is your world
Take a breath to see me
por
Brigh
às
16:43:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Dia da Mãe Terra
Antes do homem ser criado, só havia Terra e Ar e antes mesmo de existir o ar e a terra, se necessitava de um lugar para estes se manifestarem. Este lugar era o Caos: que era o lugar onde existia só a possibilidade de ser. No sonho do Caos só existia o Pensamento, que crescia e palpitava e este Pensamento estabeleceu a Ordem. Tão poderoso e eficaz foi este Pensamento que chamou a si mesmo Eros e ao pronunciar aquele nome, o Caos transformou-se no Momento. De Caos e Eros surgiram a obscuridade chamada Nyx e o movimento chamado Boreas, o vento.Na sua primeira dança cósmica, Nyx e Boreas, giraram em movimento arrebatado e frenético até que tudo que era denso e pesado descendeu e tudo que era leve ascendeu. A matéria densa era Gaia e da sua chuva e da sua semente proveu a sua descendência.
A princípio, de Gaia nasceu Urano ou o Céu, que se uniu a ela gerando os gigantes, feios, violentos e poderosos Titãs, incluindo Cronos, o Devorador Pai do Tempo. Urano não tolerava os filhos e logo que nasciam, os empurrava de volta para dentro do útero, para o fundo da Terra Mãe, onde estagnavam pela ausência de luz, actividade e liberdade. Finalmente um deles, Cronos, foi secretamente removido do próprio útero da Mãe Gaia e quando o Pai Urano desceu para cobrir Gaia, esse filho titânico rebelde e irado castrou-o. Depois libertou seus irmãos e irmãs e com isso deu início à Era dos Titãs.
Segundo Hesíodo, o movimento de saída da constelação Urano começa quando Gaia fica sobrecarregada com o fardo dos filhos, que lhes foram socados de volta ao ventre. O incómodo de Gaia, devido ao peso e à pressão dos filhos titânicos no seu útero, prenuncia o início de um plano que trama derrubar seu marido-filho Urano valendo-se de Cronos, o filho heróico.
O sangue de Urano jorrou sobre a terra gerando outros Deuses, como as Erínias (Fúrias), as Meliae (ninfas do espírito das árvores) e os Gigantes. Cheio de mágoa e em conseqüência da mutilação de que fora vítima Urano morreu.
As representações de Cronos que se seguiram não são muito consistentes; de um lado, dizem que seu reino constituiu a Idade do Ouro da inocência e da pureza mas por outro lado ele é qualificado como um monstro que devorava os próprios filhos. Em grego Cronos quer dizer o Tempo. Este Deus que devora os filhos é, diz Cícero, o Tempo, o Tempo que não sacia dos anos e que consome todos aqueles que passam.
Da união de Gaia e Urano nasceram também: Hipérion, Japeto, Réia ou Cibele, Temis, Febe, Tetis, Brontes, Steropes, Argeu, Coto, Briareu, Giges.
Dizia-se que o homem nascera da terra molhada aquecida pelos raios de Sol. Deste modo, a sua natureza participa de todos os elementos e quando morre, sua mãe venerável o recolhe e o guarda em seu seio.
No mito grego, não há nenhuma razão que explique o porque, Gaia e Urano, depois de terem criado tantas coisas bonitas, geraram os titãs, filhos violentos, de força horrorosa e terrível. No entanto, sua chegada significa o fim de uma antiga ordem.
A Terra, às vezes tomada pela Natureza, tinha vários nomes: Titéia, Ops, Vesta e mesmo Cibele.
Algumas vezes a Terra é representada pela figura de uma mulher sentada em um rochedo. As alegorias modernas descrevem-na sob traços de uma venerável matrona, sentada sobre um globo, coroada de torres, empunhando uma cornucópia cheia de frutos. Outras vezes aparece coroada de flores, tendo ao seu lado um boi que lavra a terra, o carneiro que se ceva e o mesmo leão que está aos pés de Cibele. Em um quadro de Lebrum, a Terra é personificada por uma mulher que faz jorrar o leite de seus seios, enquanto se desembaraça do seu manto e do manto surge uma nuvem de pássaros que revoa nos ares.
Gaia foi também a profetiza original do centro de advinhação da Grécia Antiga: o Oráculo do Delfos. O Oráculo, considerado o umbigo da Terra, situava-se onde a sabedoria da terra e da humanidade se encontravam.
Gaia é o ser primordial de onde todos os outros Deuses se originaram, mas sua adoração entrou em declínio e foi suplantada mais tarde por outros deuses. Na mitologia romana é conhecida como Tellus. Gaia é a energia da própria vida, Deusa pré-histórica da Mãe Terra, é símbolo da unidade de toda a vida na natureza. Seu poder é encontrado na água e na pedra, no túmulo e na caverna, nos animais terrestres e nos pássaros, nas serpentes e nos peixes, nas montanhas e nas árvores.
Quando falamos do arquétipo da Terra, estamos também inevitavelmente a referir-nos arquétipo do Céu e à relação entre os dois. É só depois que separarmos o que está aqui embaixo com o que está lá em cima, que entenderemos o simbolismo do que está acima que é leve, claro, masculino e activo, e a Terra, que está abaixo e é pesada, escura, feminina e passiva.
A humanidade como um todo reunida em torno do arquétipo Terra está associada tanto à este mundo que é corpóreo, tangível, material e estático, quando ao seu simbolismo oposto do Céu que está ligado ao outro mundo, incorpóreo, intangível, espiritual e dinâmico. Para entendermos o arquétipo da Terra e da Deusa Mãe Terra, devemos entrar em contato com as contradições Céu e Terra, Espírito e Natureza.
A imagem patriarcal cristã da Terra, durante a Idade Média, era sem nenhuma ambiguidade, negativa, ao passo que o arquétipo positivo do Céu era dominante. A parte decaída inferior da alma pertencia ao mundo da Terra, enquanto que sua verdadeira essência que é o "espírito", se originava no lado celestial masculino de "Deus", ou do Mundo Superior. O lado terreno então, deveria ser sacrificado em nome do Céu, porque a Terra era feminina, pertencendo ao mundo dos instintos, representanda pela sexualidade, sedução e o pecado.
Esta autonegação do homem, desperta em nós não apenas espanto, mas horror, em virtude da natureza humana terrena, ser considerada repulsiva e má. Depreciação da Terra, hostilidade para com a Terra, que nos alimenta e protege, são expressão de uma consciência patriarcal fraca, que não reconhece outro modo de ajudar a si mesma a não ser fugir violentamente do domínio fascinante e avassalador do terreno.
Foi somente a partir da Renascença que a Terra se libertou desta maldição, tornando-se Natureza e um mundo a ser descoberto que aparece com toda a sua riqueza de criatura viva, que já não estava em oposição com um Espírito Céu da divindade, mas na qual a essência divina se manifesta. O espírito que de agora em diante será buscado é espírito da Terra e da humanidade.
Gaia, Deusa Mãe
"Gaia que fez o céu
Que me faz amar
Gaia deusa da terra
Mãe, criadora
Do mar
Ela é a mãe natureza
Minha rainha, pura beleza
Misticismo natural
Alegria do luar
Flores dadas pro amor
Doce canto beija flor"

"Abençoado seja o Filho da Luz que conhece sua Mãe Terra, pois é Ela a doadora da vida.
Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela. Foi Ela quem te gerou e que te deu a vida...
E te deu este corpo para que um dia tu Lhe devolvas.
Saibas que o sangue que corre nas tuas veias Nasceu do sangue da tua Mãe Terra, o sangue Dela cai das nuvens, jorra do ventre Dela borbulha nos riachos das montanhas flui abundantemente nos rios das planícies. Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra, o alento Dela é o azul celeste das alturas do céu e os sussurros das folhas da floresta... E, que a dureza dos teus ossos foi criada dos ossos de tua Mãe Terra. Saibas que a maciez da tua carne nasceu da carne de tua Mãe Terra. A luz dos teus olhos, o alcance dos teus ouvidos nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra que te rodeiam feito às ondas do mar cercando o peixinho.
Como o ar tremelicante sustenta o pássaro em verdade te digo, tu és um com tua Mãe Terra Ela está em ti e tu estás Nela. Dela tu nasceste, Nela tu vives e para Ela voltará novamente. Segue, portanto, as Suas leis pois teu alento é o alento Dela. Teu sangue o sangue Dela. Teus ossos os ossos Dela. Tua carne a carne Dela. Teus olhos e teus ouvidos são Dela também.
Aquele que encontra a paz na sua Mãe Terra não morrerá jamais, conhece esta paz na tua mente deseja esta paz ao teu coração realiza esta paz com o teu corpo.”
Só, simples, mais, dançar, juntos, de mãos dadas...
“Preferias que cantasse noutro tom
Que te pintasse o mundo de outra cor
Que te pusesse aos pés um mundo bom
E que te jurasse amor, o eterno amor
E querias que roubasse ao Sete-Estrelo
A luz que te iluminasse o olhar
Embalar-te nas ondas com desvelo
Levar-te até à lua para dançar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Talvez até pudesse dar-te mais
Que tudo o que tu possas desejar
Não te debruces tanto que ainda cais
Não sei se me estás a acompanhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres
Podia, se quisesses, explicar-te
Sem pressa, tranquila, devagar
E pondo, claro está, modéstia à parte
Uma ou duas coisas se calhar
Que a lua está longe e mesmo assim
Dançar podemos sempre se quiseres
Ou então se preferires fica aí
Que ninguém há-de saber o que disseres” Cantiga De Amor - Rádio Macau
“Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Só por ter dois sóis
Só por hesitar
Fiz a cama na encruzilhada
E chamei casa a esse lugar
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por inventar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
E deixo o tempo decidir
E anda sempre alguém por lá
Junto à tempestade
Onde os pés não têm chão
E as mãos perdem a razão
Só por existir
Só por duvidar
Tenho duas almas em guerra
E sei que nenhuma vai ganhar
Eu sei que nenhuma vai ganhar" Só - Jorge Palma
"Há qualquer coisa de leve na tua mão,
Qualquer coisa que aquece o coração
Há qualquer coisa quente quando estás,
Qualquer coisa que prende e nos desfaz
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
A forma dos teus braços sobre os meus,
O tempo dos meus olhos sobre os teus
Desço nos teus ombros para provar
Tudo o que pediste para levar
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais...
Tens os raios fortes a queimar
Todo o gelo frio que construí
Entras no meu sangue devagar
E eu a transbordar dentro de ti
Tens os raios brancos como um rio,
Sou quem sai do escuro para te ver,
Tens os raios puros no luar,
Sou quem grita fundo para te ter
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais...
Quero ver as cores que tu vês
Para saber a dança que tu és
Quero ser do vento que te faz
Quero ser do espaço onde estás
Deixa ser tão leve a tua mão,
Para ser tão simples a canção
Deixa ser das flores o respirar
Para ser mais fácil te encontrar
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais...
Vem quebrar o medo, vem
Saber se há depois
E sentir que somos dois,
Mas que juntos somos mais
Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor
Quero ser razão para seres maior
Quero te oferecer o meu melhor
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol
Fazes muito mais que o sol" Cançao Simples - Tiago Bettencourt & Mantha
por
Brigh
às
11:58:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
segunda-feira, 21 de abril de 2008
"You light the skies, up above me
A star, so bright, you blind me
Don't close your eyes
Don't fade away, don't fade away...
You and me we can ride on a star
If you stay with me girl
We can rule the world...
You and me we can light up the sky
If you stay by my side
We can rule the world...
If walls break down, I will comfort you
If angels cry, I'll be there for you
You've saved my soul
Don't leave me now, don't leave me now...
You and me we can ride on a star
If you stay with me girl
We can rule the world...
You and me, we can light up the sky
If you stay by my side
We can rule the world...
All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you, for you...
All the stars are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you, for you...
You and me we can ride on a star
If you stay with me girl
We can rule the world...
You and me, we can light up the sky
If you stay by my side
We can rule the world...
All the stars, are coming out tonight
They're lighting up the sky tonight
For you,for you..." Rule the World - Take That
por
Brigh
às
15:38:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Acredito
"We're back now
More bad news on the radio
Planet Earth she's about to explode
The stars have lost their shine today
They have all been blown away
Together, only hope can be away
Let me hear you say
One day, we'll be together
We'll never be apart
One heart, one mind
One day we'll be together
Remeber this old world is yours and mine
See that man with a pen and gun
Says it's over for everyone (oh no)
No I don't believe it's true
But, I guess it's up to me and you
Together, we will find a way through
I believe in you
One day, we'll be together
We'll never be apart
One heart, one mind yeah
One day we'll be together
Remeber this old world is yours and mine
One day we'll be together
One heart, one mind together
All around the world
Everybody's singing
Every boy and girl
One day, we'll be together
One day
It's gonna be alright
One day, one day we'll be together
One day we'll be together
Come on now
Everybody c'mon, everybody say it right now
Everybody now
'Cause I believe in you - yes, I do
It's gonna be alright
It's gonna be alright, yes!
Say it loud, say it loud, say it loud...
Ohh yeh, it's gonna be alright
It's gonna be alright
It's gonna be alright
Let me hear you say
One day, we'll be together
We'll never be apart
One heart, one mind
One day we'll be together
Remeber this old world is yours and mine
Remeber this old world is yours and mine
One day, one love, one heart, one mind" One day we'll be together - Bob Sinclair
por
Brigh
às
15:29:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
sexta-feira, 11 de abril de 2008
por
Brigh
às
15:25:00
0
cometas
constelação Conversas ao espelho, Tu e Eu = Nós
MARGA
In Wikipédia:
*Marga é um tipo de calcário contendo 35 a 60% de argila. Pode ser empregada na olaria, na composição do cimento e na correção do pH do solo. Muito usada para nivelação da Eira, onde o terreno é usado para tratamento dos molhos de cereais.
*Marga in Hinduism refers to a way of accomplishing something such as yoga or sadhana.
*Marga, one of the Four Noble Truths, in Buddhism.
The Way (Marga) Leading to the Cessation of Suffering:
"Now this ... is the noble truth of the way leading to the cessation of suffering: it is the Noble Eightfold Path; that is, right view, right intention, right speech, right action, right livelihood, right effort, right mindfulness, right concentration."
Fantástico, o que se descobre ao fim de tantos anos... :-)
Saboreio-te...
O TEU SABOR
"Sabes-me a amoras maduras
e cheiras a caminhos velhos
bordejados de silveiras
onde esse odor resiste...
sabes-me a maresia
e cheiras às algas
que a praia aprisiona
no vai-vem das marés...
sabes-me aos montes da costa
onde crescem os eucaliptos
e os pinheiros fenecem
queimados em dor...
sabes-me a canções de embalar
enquanto a raiva
te cresce no peito
em lágrimas...
sabes-me aos pés doridos
doutras grilhetas
e às mãos reféns
doutras doutrinas e pátrias...
sabes-me a medo, fel de todas as entranhas
e a recordações felizes
avistadas por uma nesga
de janela, na prisão longínqua...
sabes-me, às vezes
a futuro prometido
ânsia desmedida da alma
à espera da hora!..." Maria Mamede
por
Brigh
às
11:47:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Chamo-te no silêncio...
É DE SILÊNCIO O NOME...
"É de silêncio
o nome que te chamo
meu amor sem nome
conhecido
dum silêncio que grita
em meu ouvido
enta ânsia dor
com que te amo!
É de sede o beijo
que te ofereço
desta imensa sede
que é tortura
esta falta de água
esta amargura
pela falta dessa boca
que reclamo!
É de fome o abraço
que te peço
da fome de quem vem
doutras paragens
dessa de quem fez
tantas viagens
é de fome o abraço
que te peço!
É de sonho a vida
que procuro
do sonho de quem busca
e ousa e quer
do sonho que é mais sonho
na Mulher
é de sonho a vida
que procuro!
É de silêncio a força
com que te amo
esta força trovão
à flor da pele
esta força que cresce
e que me impele
e é de silêncio o nome
que te chamo!..." Maria Mamede
por
Brigh
às
11:46:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Espero-te...
SOLILÓQUIO
"Perfumei-me de alfazema
para te esperar
e não chegaste!
E começa a estar frio demais
para este vestido fino
tingido de papoilas;
sabes, já choveu bastante
embora eu não tivesse
abandonado
este banco de pedra
onde te espero
há tantas vidas!
Entanto, o tempo corre.
Desbotou-se o meu baton
de tanto beijar a ausência
e o meu coração
potro selvagem
vai agora a passo
pelos atalhos da espera!
Atormenta-me a demora...
antes, os rios
eram lágrimas
de saudade;
hoje, porém
tudo é deserto
na morte do verde.
Os sonhos, amarelo-desespero
começam a insinuar-se
no horizonte infindo
das memórias.
Rasguei minha alma
contra o casco do navio
onde viaja a esperança
e são já mortas
as horas
que deixei esquecidas
no cais do tempo...
já não sei se falo contigo
ou com aquela pega
que me olha do galho mais alto
solitária
como eu.
Ah meu amor
perfumei-me de alfazema
para te esperar
e não vieste!
E eu, aqui sozinha
há tanto tempo
creio já ter esquecido
o caminho de casa!..." Maria Mamede
por
Brigh
às
11:45:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós
Viajo nas estrelas...
VIAGENS
"SÃO OS VALES QUE DESENHAM MADRUGADAS
OS TEUS DEDOS QUE DESCOBREM NOVAS FONTES..."
e teus olhos com estrelas pendurads
são os risos dos faunos pelos montes...
São no peito as dores amarguradas
que se vestem da luz dos horizontes
e geram luas, imensas, prateadas
que se escondem, pra que tu despontes...
E de quem parte são as alegrias
as horas do prazer, de ir à sorte
aventuras de amor, em descoberta
Trazem no regresso as nostalgias
do vivido a dois sem passaporte
dum país de sonho a porta aberta!..." Maria Mamede
por
Brigh
às
11:44:00
0
cometas
constelação Tu e Eu = Nós













